sábado, 4 de outubro de 2014

O Universo Passo á Passo.

O Universo Passo a Passo
Parte 0
Omega 5

            Nós, seres humanos, há muito tempo nos perguntamos sobre o que gerou este Universo e por que estamos aqui?

            O que somos e o que é a vida?

            Para onde vamos?

            Em minha infância eu fazia estes questionamentos, as perguntas me intrigavam, eu queria saber como poderia de alguma forma entender o Universo, procurei entender por Deus e também pela ciência o que a humanidade já tinha em conhecimento, algo que me intrigou logo de princípio, foi à invenção da pilha de Alessandro Volta, que consiste... Bem isto qualquer um pode encontrar na internet! Mas o que me intrigou mesmo foi:

O Erro!

            Antes mesmo da compreensão da eletricidade, o homem entendeu que a eletricidade saia do pólo positivo da pilha e por isto este pólo é identificado como a cabeça da pilha. Porém, tempos depois se descobriu que a eletricidade saia do pólo chamado de negativo. Na realidade logo de inicio o homem nem conhecia os elétrons. A humanidade mesmo perante a este erro continuou com esta versão e por convenção consegue compreender o real sentido do movimento dos elétrons, isto me levou ao seguinte questionamento:

            - Se no passado o homem errou no seu entendimento, seja no que for tal erro sendo levado adiante poderia criar uma dificuldade real na compreensão do Universo.

            Partindo deste princípio decidi deixar minha mente aberta para novas idéias e independente para encontrar uma compreensão do Universo, que fosse ao encontro de princípios lógicos simples, e comparando estes com os dados científicos, pudesse lançar mão de uma compreensão do Universo que fosse coerente e abrangente com a realidade presente.
            Bem, em certos momentos, ainda na infância eu por simples observação tive compreensões que bateram com os dados obtidos pela ciência, mesmo sem compreender como a ciência atual consegue estabelecer esses dados a partir de cálculos matemáticos, ciência na qual não tenho o domínio, como quando li sobre o Universo estar em expansão, em um dos livros que tinha da Enciclopédia do Estudante havia uma ilustração de um balão de ar cheio de pontinhos e estes pontinhos iam se afastando conforme o balão vai sendo cheio, então imaginei o seguinte fato:
            - Sendo o Universo infinito há então vários Universos, como se fosse vários balões de ar, em constante inflação, portanto há vários pontos no Universo onde as películas se tocam (entenda como película a expansão do espaço-tempo) por conseqüência os Universos ao se tocarem formariam uma rede, e esta rede mostraria formato da própria expansão.
            Só muitos anos depois com observações astronômicas é que a humanidade chegou a observar este efeito, apesar de que modelos matemáticos já demonstravam esta possibilidade, eu apenas com entendimento lógico havia chegado à mesma conclusão.
            Uma observação simples me levou a seguinte indagação:

            - Qual é o material que inflaria o espaço entre as galáxias?

            Bom, a partir desta indagação comecei a observar que a compreensão sobre o espaço não abrange o espaço como um todo!
            A humanidade define o espaço como tendo três dimensões: comprimento (1), Altura (2) e profundidade (3), porém estes valores apenas indicam a posição da matéria num determinado local e sua quantidade, estabelecendo referências a partir de um ponto de observação, mas não diz o que é o espaço.
É como se a física atual enxergasse qualquer coisa (objeto) contida no Universo desta forma:
(apenas exemplificando) figura 1          
É um Universo sem cor, sem temperatura, apenas massa... É claro que sei que existem diversas fórmulas que nos revelam estes dados, porém tratam-se como se estivessem separados das dimensões reais do espaço. A palavra dimensão na língua portuguesa significa o sentido em que se mede uma extensão do espaço, ou seja: é uma parte do espaço, porém não se tem uma definição de tudo que constitui o espaço, apenas sua área que é somente uma parte de um todo, portanto dizer que o espaço é formado por apenas três dimensões é limitar o espaço há coordenadas de medidas, espaço não é apenas uma questão geométrica, mas isso só vai ser possível entender mais adiante.
Então o que é o espaço?

Podemos dizer que o espaço é tudo que vemos. Podemos medir tudo que vemos e definir os limites entre uma coisa e outra, um espaço e outro, o que há, até onde vai, onde começa e onde termina apenas, medi-lo nos dá a localização de um objeto, sua área e não a definição do que é o seu espaço. A física limitada ao espaço euclidiano não nos diz o que constitui o espaço e sim a forma com o qual as coisas podem ser descritas no mesmo.
O espaço é tudo que vemos e até o que não vemos tudo que já existiu e até o que ainda não existe.  O espaço de uma caneta, por exemplo, pode ser definido pelo seu tamanho, mas além do corpo da caneta tem o duto de tinta, a tinta, a ponta da caneta... E cada parte que constitui a caneta tem não só as três dimensões de área como também suas características próprias como dureza, flexibilidade, fluidez, cor... E todos estes aspectos constituem a caneta, portanto definir apenas seu tamanho não revela todas as propriedades da caneta e estas outras propriedades também são constituintes do espaço. Bom estas diferenças são evidentes no mundo visível, mas imagine um copo com água, se eu tirar o copo e considerar apenas a água e medir o seu volume estaremos ignorando outros aspectos que discriminam a água, como o que á compõe, a propriedade de ser translúcida, estar em estado liquido em temperatura ambiente (considerando o ambiente acima de 0 grau Celsius) ser mais densa que o ar e mais leve em estado gasoso... O espaço é então constituído de um numero “quase ilimitado de discriminações” que para facilitar o entendimento vamos chamar de dimensões reais, mas o grande mistério do Universo é como a matéria consegue re-estabelecer uma característica ou propriedade dimensional através da matéria primordial que constitui todas as coisas que existem. E por que só existe esta matéria?

Sem entrar no mérito que já conhecemos sobre os átomos é preciso entender de onde vem à lógica que permeia a criação da própria matéria.

Eu chamo esta lógica de:

Principio da Redundância.
Parte 1
Antes de entender o Principio da Redundância é preciso entender o paradoxo do Nada.
Para que houvesse o nada total e absoluto o tudo não poderia existir, mas existe o Universo e todas as coisas que conhecemos. Então o nada totalmente vazio é inconcebível, mesmo que pudéssemos resumir tudo em uma simples unidade, o nada total e absoluto deixa de existir para que algo esteja com o tudo dentro do nada, portanto o tudo em absoluto tem maior probabilidade de existir do que o nada, mas para que tudo pudesse existir ao todo, tudo deve então ser concebido para além do nada, e o nada só pode existir se tudo puder estar para fora do nada.

Dessa forma podemos dizer que todo o Universo desde o principio só pode ser concebido tendo o nada e o tudo em si. O Universo é então Alfa e Ômega ao mesmo tempo.

Mas o que é Tempo?

Aqui começa o Principio da Redundância que para ser entendido é preciso ver e rever as compreensões que serão embutidas, pois são feitas varias indagações e considerações em níveis diferentes que não se completam inicialmente, mas é preciso entender de acordo com os níveis de compreensão que serão embutidos.

Digamos que toda a concepção do Universo seja ela qual for, até mesmo de Universos paralelos, Multiversos, Universos Passados, futuros e até o nosso Universo atual esteja presente em nosso Universo Alfa/Ômega e, para que todos estes Universos tenham as mesmas probabilidades de existência, todos devem seguir em uma determinada ordem, isto porque em nosso Universo as coisas não surgem ou se deslocam sem uma relação com o todo, pelo menos dentro do macrocosmo, vamos entender mais adiante o Cosmo como nosso Universo em estado Ômega. Esta ordem coloca cada Universo em situação presente, em um momento após outro gerando assim uma diferença mesmo que pequena em cada um dos Universos criados. Esta ordem é o tempo, isto significa que a cada movimento temos +1 outro Universo e, como isto ocorre em seqüência há de fato uma ordem e, com o potencial de todos os Universos presentes em um só, as impossibilidades também devem estar presentes, então como definir que um Universo seja mais real que outro e como definir o que é irreal ou que seja apenas imaginário?

Poderíamos entre todas as possibilidades de Universos escolhermos qual é o que têm mais força para ser real?
Como definir ou estabelecer um começo?
Qual seria o Universo Alfa (próximo ao nada total) para que o Universo Ômega (aproximadamente ao todo) tivesse as mesmas condições de existências presentes?

Temos mais e mais perguntas que respostas, mas a natureza da resposta pode ser uma só:

- A proporção existente entre todos os Universos, possíveis e até impossíveis, e o ponto de sua maior possibilidade deve ser igual à proporção entre o potencial máximo desta proporção e o da menor possibilidade.

Este conhecimento não é novo, apenas a aplicação deste conhecimento ao nosso Universo de forma mais abrangente é o que trago aqui. Trata-se da Proporção Áurea. De forma mais simplificada podemos considerar que todo o Universo, digo todo no sentido do Universo Alfa/Ômega, em uma simplificação não só do nosso Universo visível, mais também de todas as possibilidades de Universos paralelos e tudo mais, em um simples segmento de reta e chamamos o ponto menor ou Alfa de ‘A’ e o ponto final ou Ômega de ‘O’ qual seria o ponto inicial de nosso Universo?




Como definir o ponto inicial de nosso Universo sem ignorar todos os potenciais de Universos com possibilidades de existir e até mesmo definir quais são aqueles cuja lógica permite sua consistência real e aqueles que são irreais também estejam presentes em todo momento deste nosso Universo?

Isto é uma questão de equilíbrio entre forças, como eu disse no artigo:

Força é qualquer tipo de “ação” que irá causar uma diferença no espaço e no tempo seja ela física ou “ondulatória” diferente do estado anterior ao da sua aplicação.

Se pensarmos em escalonar todas as possibilidades de existência de Universos e até de inexistências teríamos então um todo escalonado do menor para o maior em ordem de tempo e de força e este todo deve estar para a maior parte assim como a maior parte está para menor parte, ou seja:
Não se trata de definir um ponto qualquer em nossa linha reta e sim estabelecer o ponto na escala onde todas as possibilidades estejam em proporções iguais e comuns em todo o tempo.
Os povos antigos já tinham observado este efeito na natureza, Euclides de Alexandria, matemático considerado o pai da Geometria dividia este segmento de reta onde a razão (ou “proporção”) existente entre o comprimento do segmento inteiro e o de sua maior divisão (razão extrema) é exatamente igual á razão (ou “proporção”) entre o comprimento desta maior divisão e o da menor (razão média). Temos então uma proporcionalidade entre apenas dois elementos (razão média e razão extrema) que torna esta forma de dividir o segmento de reta em uma forma considerada perfeita e se faz da seguinte forma:
Antes de continuar quero explicar que o equilíbrio entre as forças do Universo não está no principio (alfa) e nem no fim (Ômega), pois o Principio não haveria Força e o fim seria tão forte que aniquilaria com a própria obtenção de um Universo em si. Sem força não causaria uma mudança ou espaço e não há movimento no tempo e com toda força aniquilaria a criação do próprio espaço e o tempo estaria reduzido há um instante tão simultâneo que o próprio tempo se extingue.

Ao colocar todos os Universos em linear Alfa/Ômega temos então a primeira dimensão... Mas antes quero falar do valor dimensional “0”. O numero “0” foi usado inicialmente na Índia e o matemático indiano Bhaskara criou o conceito de 0 = ∞ e a explicação é bem simples: Tomamos uma laranja, por exemplo, e dividimos ao meio e depois dividimos as duas partes ao meio novamente, e fazemos isso com todas as partes até chegar ao ponto em que não temos mais nenhuma parte da laranja em nosso Universo, então o Zero é infinito. É como o Gato de Schrödinger, embora em algum instante ele esteja morto ele já esteve vivo em outro instante, portanto sua existência não pode ser negada mesmo que toda a matéria que constitui o gato seja aniquilada, pois em algum lugar do espaço houve o tempo em que o gato esteve vivo, consideramos então que para um Universo Alfa/Ômega há um gato morto/vivo ao mesmo tempo!
Agora tomamos por base todos os Universos no infinito sem nenhuma dimensão ∞ = 0 então desta forma não pode haver um Ponto fixo estabelecido por coordenadas no Universo que seja seu ponto inicial, até porque se houver a presença de qualquer forma, força, matéria ouenergia” presente neste Universo inicial terá então 1 dimensão singular e separada de todas as outras dimensões e possibilidades de Universos.
Dizer que o inicio do Universo houve densidade e calor extremos em um único ponto, isto por si só já é um Universo dimensional e, portanto deixaria de fora qualquer outra forma de surgir outro Universo encerrando todas as outras possibilidades em si mesmo, sendo assim limitado em seu próprio potencial. Sua singularidade o isolaria de ser real, mas sendo irreal torna a ser como, por exemplo, um gato que embora não vivo tem a propriedade de “vir a ser” um gato vivo seja qual for sua posição no espaço e no tempo assim como um gato de probabilidades, mesmo irreal tem força para que em algum momento no espaço e no tempo se torne real, e como se deu esta realidade?

Existe um teorema matemático que diz o seguinte:

Se em um hotel infinito com infinitos hospedes e quartos ocupados ao chegar mais um hospede como o mesmo pode se hospedar neste hotel?
A resposta não está em procurar vaga no infinito e sim mudar um hospede de um quarto para o quarto seguinte, e assim sucessiva e infinitamente, então nosso hospede singular, por ser o único no Universo sem quarto, causou um movimento em todo o hotel, o que faz sua singularidade perturbar toda paz dos outros hospedes criando um “movimento” em todo o hotel que se estende ao infinito.
Analogamente a isto nosso Big Bang seria como um hospede fora do hotel e o máximo que ele causaria é um movimento ondulatório de Universos-hospedes saindo de seus espaços-quartos e entrando no próximo espaço-quarto onde o próximo Universo-hospede acabará de sair... Mas aonde se nem o espaço e nem o tempo existe?
O Big Bang em sua singularidade “não funcionam” como Primordialidade, pois teria que entrar em um dos quartos, ou melhor, em “Redundância” com outras possibilidades e isto só pode acontecer em um Universo onde toda e quaisquer possibilidades existenciais estejam “dimensionadas”, em outras palavras, discriminadamente existindo na realidade, isso indica que qualquer outro Universo para poder existir tem de ter seu próprio Universo primordial que precisa estar em redundância com todos os outros Universos de uma só vez.

Então como se deu o ponto Inicial (I) ou “Primordial” em nosso Universo?

Temos o ponto alfa 0 e o ponto final Ômega ambos os valores são iguais ao infinito ∞ para estabelecer o ponto inicial precisamos ter um valor real que em princípio tem de ser dimensional ou discriminado, que ocupe um espaço, podemos dar a este o valor igual a 1 se este valor for somado a 0 fica 1 + 0 = 1 e 1 + ∞ = ∞ Se Fizermos AO = 1 ficamos com as equações AI + IO = 1 somando temos AI2 =  IO  seguindo a formula temos: AO/AI=AI/IO; ou (AI)2= AO/IO. Se fizermos AI=1
Cairemos nas equações: AI+IO=1 e (AI)2=IO; que nos conduzem a (AI)2+AI=1; ou (AI)2+AI–1=0
O valor de AI será: AI= [(5)1/2-1]/2= 0,618033988... E o de IO=1-AI=
[3-(5)1/2]/2=0,381966... Dividindo-se estes dois números, encontramos [(5)1/2-1]/[3-(5)1/2] = (1+51/2)/2 = Valor dessa proporção é chamado de FI usa-se a letra grega Φ que é = 1,618033988... = I
  
Figura 5

Quero deixar claro que não domino a matemática, por isso só segui o que já é de conhecimento, eu compreendo mais fácil a aplicação desta fórmula dentro de um sistema de coordenadas entre eixos cartesianos assim: Pontos: A=Alfa, O=Ômega, T=Tempo, M=Meio, I=Inicio, B= Intersecção entre os círculos. Pegamos A e O dividimos exatamente ao meio M temos então um valor igual para todo o Universo, porém este valor deve ser elevado somente em Alfa, isto porque um valor neutro ou nulo está no mesmo eixo cartesiano, mas ao elevar o valor de M ao quadrado no ponto A temos então o valor T à 90º do ponto A (vermelho) com relação a O, este ponto T acendendo para o ponto O gera uma diagonal (azul) que em relação TA = TB produz um valor que sobra em BO que é igual à IO, o ponto I e B é igual a Φ.
Observamos também que ao se traçar um círculo entre TA e OB ligando estes pontos temos o mesmo resultado. Agora vamos aplicar este conhecimento ao inicio do Universo.
Imagine que se pudéssemos parar tudo no Universo, eliminando assim o tempo, desde o movimento das galáxias até os átomos, lembrando que estamos ignorando o conhecimento destes, ou melhor, propondo: até a menor parte do Universo, temos então um Universo estático, imóvel, sem tempo, sem luz ou calor embora tudo isso exista nada está em movimento, mesmo você sendo capaz de ver, não se consegue ver, pois a luz não está em movimento, mesmo havendo calor o calor não aquece nada, pois sua emissão está parada no Universo, até seus pensamentos não são pensados, pois não há nenhuma atividade em seu cérebro, seja ela química ou elétrica, embora ambas sejam as mesmas coisas. Seria então este um Universo Alfa e Ômega ao mesmo tempo.

Agora entra a questão do tempo!

Se não há nenhum movimento então não há tempo, pois o tempo é uma medida assim como o que chamamos de “energia” também não passa de uma medida, porém:

O tempo é a medida do movimento do espaço e energia é a ação do próprio espaço em espaço em movimento.

O tempo se encontra então na média razão enquanto energia na extrema razão que é proporcional à média razão elevado ao tempo, ou seja, ao quadrado TA+TB=e, e=t2. Para entender o que isto implica peço aos leitores terem paciência e que ao longo do texto ficará mais claro isso.
Quando elevamos qualquer coisa (valor) ao quadrado logo se imagina um plano como uma folha de papel e sua área, mas isto é apenas uma representação dentro do Universo que funciona muito bem para medir coisas planas e até para representar as coisas em suas três coordenadas dimensionais, mas dentro do Universo para que haja uma e outra dimensão só é preciso discriminar um espaço de outro, e neste nosso Universo totalmente paralisado ou Congelado não conseguimos discriminar absolutamente nada embora tudo esteja aqui!
Então para que haja uma distinção é preciso estabelecer onde se encontra cada coisa no Universo, ao dividir o Universo ao meio estabelecendo que uma parte seja exatamente igual para ambos os extremos, ou seja: meio Alfa e meio Ômega distinguimos então dois espaços diferentes, então qual seria a forma de distinguir o espaço do próprio espaço?

Dobrando o espaço para dentro dele mesmo!

Esta dobra é a elevação ao quadrado gerando então nosso primeiro círculo, porém sua existência em Alfa não tem energia para mover o espaço, já que não houve movimento e este primeiro momento não é feito de espaço e sim de tempo, e este tempo por ser Alfa elevado sobre si mesmo, não produz movimento no espaço, pois se deslocou do principio (Alfa), mas gera interferência ao decair para Ômega, afinal tudo que acontece em alfa também está constituído em Ômega, o que replica então em mais um círculo, este então está diretamente proporcional ao espaço e tempo, o tempo então deixa de estar neutro ao próprio Universo Alfa e ao mover-se para Ômega e retornar para Alfa encontra-se com sua própria “Redundância” com todas as possibilidades do Universo. Este movimento pode ser entendido como uma diferença entre Alfa e Ômega onde dentro de um aspecto linear há uma ruptura no tempo, esta ruptura cria a relação tempo e energia, que na realidade trata-se do potencial do vir a ser... Mais adiante ficará mais fácil entender. Para entender parte deste raciocínio vejamos novamente os fatores que temos em nosso Universo Congelado:

Temos o infinito igual a 0 que é: 0 = ∞
E o inicio igual a 1 que também é igual ao infinito: 0 + 1 = 1 = ∞ Ou seja:

Qualquer que seja o valor em Alfa por estar Ligado diretamente ao Ômega tem no eixo perpendicular de Alfa um valor neutro que ao se aproximar de Ômega entra em Redundância formando uma diferença entre o Tempo que está em alfa, portanto neutro e o espaço que está em ômega, portanto de valor quase infinito!
Eu digo quase infinito, pois para que isso aconteça é preciso haver uma ruptura entre o Alfa e o Ômega. Imagine o Universo como uma faixa de Möbios (figura 6) com apenas uma dimensão continua, sem começo e nem fim, análogo a isso seria como ter um tempo continuo e assim nosso Hospede em seu hotel infinito ao abrir a porta do quarto encontrasse já alocado ele mesmo, pois embora a faixa seja continua sabemos que possui dois lados, seria como um irmão gêmeo absolutamente igual a ele, então tudo que ele fizer do seu lado da faixa seu irmão também estará fazendo no mesmo momento do outro lado, isto implicaria que ele mesmo já está no hotel e em dois espaços-quartos e em um tempo linear, e para todo o infinito nenhuma porta seria aberta, afinal a mesma força que ele está fazendo para abrir um lado da porta, do outro seu irmão gêmeo faz o mesmo aniquilando qualquer ação antes mesmo que ela ocorra, por ser uma ação que decai para alfa não há nenhum movimento, é como se ao mover-se ele congelaria novamente aniquilando sua definição no espaço. Portanto definir o mesmo espaço e o mesmo tempo para cada evento como sendo o único é a única forma de romper com a redundância de um Universo linear apesar de que mesmo havendo esta ruptura a possibilidade deste fato existir continua ao infinito, pois estamos num Universo continuo, o que nos leva a ter um infinito quase finito ao tempo que este também é quase infinito, isto nos leva a redundância no tempo, gerando assim um paradoxo entre o nada e o tudo que só pode ser satisfeito pela unidade que pode ser medida e compreendida como sendo única no Universo.



Existe uma lógica que pode nos tirar deste paradoxo são os valores primos que eu chamo de: unidades ‘primais’.

Figura 6


            Para que este valor seja satisfeito precisamente é preciso repetir a mesma lógica do nosso Universo congelado, porém a unidade de tempo de valor neutro (linha vermelha da figura 5) precisa ser novamente elevada, isso porque é preciso que haja uma diferença de espaço ao nosso hospede recém chegado ao quarto de seu irmão, como se ao ir até a porta e pegar na maçaneta seu irmão estivesse apenas com uma pequena diferença em seu movimento ao descongelar o Universo, portanto um dos irmãos consegue abrir a porta enquanto o outro por não alcançar a maçaneta ao mesmo tempo acaba anulando a Redundância ficando assim em um estado diferente de seu irmão o que faria com que seu estado de Gêmeo perfeito seja rompido, dando assim um principio que é Alfa e Ômega a existência de ambos, isto significa que os valores medianos entre A e O deve ser movido para que haja uma diferença entre o espaço e o tempo em nossa faixa de Möbios, o que nos leva novamente ao Universo continuo e infinito que só pode ser assim por movermos 180º de um espaço para outro, seja o valor discriminado AB e outro CD ao mover o espaço ao quadrado ficamos então com os valores AB+CD=AC+BD todos os valores iguais a 1 temos então 1^1+ 1^1= 1+1, como na figura 5 onde movemos o tempo em seu estado neutro sobre ele mesmo cerca de 90º agora repetimos a mesma medida 90º + 90º = 180º como na faixa de Möbios nosso Universo neutro embora diferente entre seus extremos Alfa e Ômega agora decai com dois valores vetoriais para Ômega, (figura 7) sendo um e outro em ordem de tempo... Fazendo mais uma intersecção de lógica é preciso entender neste ponto que embora tudo esteja parado no Universo o tempo mesmo sendo neutro ainda pode ser medido como espaço vazio, o próprio fato de não poder correr com o espaço, ou seja: sem movimento atribui ao espaço o valor 0 que é igual ao mesmo valor de uma unidade de espaço presente ao eixo das ordenadas onde já sabemos se tratar da ordem de valores imaginários, agora somando 1 + 1 = 2, a própria torção de 90º de Alfa ao chegar em Ômega e retornar para Alfa dobra a torção. Afinal estamos comparando nosso Universo em um vetor linear, figura 1, faz mais uma intersecção de 90º gerando assim três vetores primordiais, esta torção cumulativa pode ser melhor entendida usando o mesmo teorema do Hotel infinito:
figura 7.
Se nosso hospede ao chegar ao hotel e mesmo sabendo que todos os quartos estão ocupados, então ele também está no hotel, já que ele também é hospede então ao tocar na maçaneta e abrir a porta, seu próprio ser primordial, mesmo que este esteja dividido entre um Universo Alfa e Ômega tem em si dois estados diferentes: 1 ele já está no hotel e 1 ele nunca esteve no hotel. Desta forma se ele nunca esteve no hotel então seu valor em Alfa é maior que em Ômega mesmo que este valor seja negativo, mas se para Ômega ele já está no Hotel então a razão extrema de Ômega é diferente de Alfa, como Alfa tem valor 0, Ômega agora tem valor 1 sobre ele mesmo +1 o que dá para Ômega uma proporção maior que 1, Ômega tem agora valor positivo, em outras palavras podemos dizer que somente em Ômega há somatória enquanto que qualquer valor no ponto 0 de Alfa decai para neutro, nulo ou até negativo, o que faz nosso hospede mover-se no tempo, ou seja: o hospede avança no tempo gerando assim a sua saída de um estado (completamente parado) para outro estado mais a frente, o que nos leva a crer que o hospede não se movimenta de forma integra no espaço pois ao deixar um estado para outro mais adiante ele causou uma interferência em seu estado parado e esta interferência replica em um tempo + adiante 1 o que faz com que nosso hospede sendo ser único no Universo sem quarto ao mover-se replica sobre si mesmo sua existência somando 1 + 2 = 3  o valor 1 é o próprio hospede em seu estado presente e o valor 2 é a soma do mesmo entre AI e IO se este valor estiver em harmonia com todas as possibilidades existenciais de todos os Universos possíveis nosso hospede consegue interferir no estado de um Universo de tempo neutro ou negativo para um Universo de tempos diferentes sendo ele mesmo único com 3 valores de tempo diferente: 1 presente, –1 anterior ao movimento e +1 posterior ao movimento, estamos considerando tudo e qualquer coisa existente possível no Universo então o estado anterior de nosso hospede não deixa de existir enquanto seu estado posterior está se movendo, novamente e antes que ele pegue na maçaneta ao olhar para sua esquerda estabelecendo que á sua esquerda está o espaço em Alfa, veria ele mesmo realizando este movimento em atraso enquanto ao olhar para direita em Ômega veria seus movimentos antes mesmo de realizá-los, porém temos uma discrepância de Ômega para Alfa, pois parte de Alfa, ou seja: Parte do seu meio foi diminuída pela interferência do movimento da extrema razão de Ômega, se nosso Hospede olhar para esquerda não conseguiria distinguir o principio de sua chegada ao hotel, pois parte de sua chegada foi lançado há um tempo negativo em Alfa enquanto que ao olhar para direita estaria sempre atrasado em relação ao seu estado presente e o mesmo se faz com nosso Irmão gêmeo do outro lado da porta...
Análogo a tudo isso tem nosso Universo congelado ao tempo que para Ômega o Universo está em movimento constante e sendo assim cada parte constituída do nosso Universo físico está se estabelecendo em Ômega enquanto que para Alfa o Universo está se destituindo, em outras palavras está tendo suas dimensões decaindo para –0 o que leva alfa ao modo negativo, porem o estado negativo leva o primeiro circulo ao estado positivo.

É como se o Universo ao constituir o espaço estabelece que cada fração deste espaço seja um novo Universo que já foi satisfeito ao passo de um Universo anterior, enquanto outra parte do Universo deixa de existir, pois seu espaço já foi satisfeito pela Intersecção de Ômega, torna a existir sem as propriedades já discriminadas tornando o Universo anterior em um Universo Nulo!

Isto explica a inflação de nosso Balão Universal! O que infla o espaço não é material e sim apenas espaço e tempo nulo, ou seja: o tempo que já existiu que por ser nulo torna-se espaço redundante negativo, como um gato que já existiu... Mais adiante ficará mais fácil entender.
Mas voltamos novamente ao nosso Hotel quase infinito, como estabelecer que o Hospede existe em seu espaço, ou que as outras coisas estão em seu próprio espaço?

Bem, para entender isso é preciso entender que qualquer coisa pode estar em qualquer outro lugar, mas ao estabelecer uma coisa em seu devido lugar outras coisas deixam de serem possíveis neste mesmo lugar, embora suas possibilidades tenham força no Universo presente, isto implica que além de todas as possibilidades existem também as impossibilidades. É como se eu perguntasse:

É possível eu ser atropelado por um submarino Russo em plena Avenida Paulista?

Bem, parece óbvio que não!

Este “não” é uma impossibilidade, pois um submarino é um objeto feito para estar sob a água dos Oceanos enquanto eu ao caminhar pela Avenida Paulista não posso estar no mar e abrir assim a menor possibilidade que seja de ser atropelado por um submarino, e da Rússia ainda!

Então para onde vão as impossibilidades?

Para Alfa as impossibilidades têm o mesmo valor de t2 o que torna esta presença em um valor negativo em Alfa, embora eu saiba que tais seres e objetos, como Homem e submarino, sejam reais, possuem até valores vetoriais, também chamado de 3 dimensões (lembrando que estas dimensões são vetoriais) então o acréscimo de impossibilidades é maior do que o acréscimo de possibilidades, vejamos outro exemplo: - Eu como Homem ao unir-se a uma mulher temos ambos diversas variáveis possíveis de termos um filho, porém ao viver esta possibilidade estou anulando as possibilidades de ter filhos com outras mulheres dentro deste mesmo tempo vivido com esta mulher, se existem agora cerca de 3 bilhões de mulheres as impossibilidades são enormes o que leva ao Universo Ômega ter estes valores anulados presente sempre em direção ao ponto Alfa, é como se houvesse uma constante comum entre todas as variáveis possíveis elevando assim uma condição, a um principio sem um fim, em inúmeros sentidos!
O que nos leva a crer que nosso Universo está sendo cheio, ou expandido com força maior do que seu estado anterior a cada momento e como eu disse que força é qualquer ação que causa uma diferença no espaço, uma mudança de um estado para outro dentro de cada Universo Ômega é feito então um acréscimo em Alfa que é maior do que a própria força em Ômega elevando assim Ômega á um estado neutro enquanto Alfa permanece crescente para o espaço, negativo para o que já foi e positivo para o que pode vir a ser. Matematicamente temos Alfa e Ômega com duas características espaciais diferentes, esta característica é a causa da ruptura do espaço e tempo gerando um espaço e tempo negativo para Alfa enquanto o acréscimo de espaço e tempo em Ômega é positivo. Temos assim mais um acréscimo de espaço, ou seja, 3 + 1 = 4 este quarto espaço por não estar na ordem primaria (eu chamo de: primal), pois pode ser dividido na integra gerando assim dois espaços e dois tempos diferentes, o que nos trás de volta ao espaço dimensional de duas formas diferentes:

Uma sobre si mesma e outra sobre um e outro.

Isto pode parecer difícil de entender de principio, mas é só observar que da mesma forma que podemos imaginar um espaço de duas dimensões em um plano cartesiano também temos outras duas dimensões entre espaços distintos como no caso de uma bolha de sabão que possui um espaço interno e outro externo, temos então 4 dimensões sendo 2= 1 Espaço interno + 1 Espaço externo, e outras 2= 12 película da bolha que pode ser medida ao quadrado. Agora vem a pergunta:

O que causa a diferença de um espaço e outro?

Podemos dizer que é a película da bolha de sabão. Então vem mais outra pergunta:

Do que a película é feita?

Bem a película é feita de espaço e tempo que devido sua possibilidade de existir se replica em ressonância com a redundância do espaço e tempo que se move entre Alfa e Ômega e vice versa, assim como nosso hospede que deve E não estar hospedado ou como o Gato que pode e não estar vivo, só pode existir se este espaço estiver em algum lugar entre a média razão de Alfa e a extrema razão em Ômega neste pequeno ponto onde as possibilidades são mais reais e estão em constantes interferências sobre si mesmas gerando assim a bolha de sabão, é o choque dessa ação que cria a película da bolha de sabão dando ao espaço da película uma dimensão separada de todo o espaço, seja no interior da película e exterior. Este choque é como se fosse um passageiro indo de Ômega para alfa e visse versa ao mesmo tempo em um trem, já que temos 4 valores dimensionais agora, imagine então que o espaço e o tempo estejam se movendo na direção oposta ao do passageiro, para ele se manter no mesmo lugar do espaço ele vai ter de se mover na direção oposta e com a mesma força que o trem está se movendo... Para entender esta proposta, vamos aguardar os próximos entendimentos lógicos aqui apresentados.
Então se eu procurar materialmente que compõe a bolha eu só vou encontrar esta lógica dentro das partes e ao romper com uma das partes novamente me deparo com a mesma lógica e cada vez em nível mais profundo por isso que eu chamo de: Principio da Redundância.

Sendo assim o mesmo se aplica entre as galáxias, há um ponto onde a película faz o mesmo que a bolha separa um espaço de outro, um tempo de outro e onde esta película é rompida novamente a lógica cai sobre si mesma... Isto implica em dizer que as bolhas ao romperem geram outras bolhas cada vez mais próximas de outros Universos que ainda não foram possíveis, porém levemente diferente do outro como se nosso irmão gêmeo do nosso hospede sem quarto ao “perceber” a aproximação de seu irmão na porta antes mesmo que ele pegue na maçaneta seu irmão já abre a porta e diz:
Este espaço está ocupado!

Primeiro Passo:
Rumo as Partículas e Ondas
Parte 2

Apesar de tudo que disse até aqui vamos voltar ao nosso Universo congelado, ou seja: sem tempo. Toda esta lógica do Hospede em seu Hotel e de Gatos requer movimento e nosso Universo sem espaço não tem movimento então agora vamos colocar cada coisa em seu devido lugar, ou seja: no espaço.
Se tudo está em seu devido lugar no Universo como pode uma coisa ser uma coisa e não outra coisa, como o Hospede pode ser hospede e não um gato?

Bom, se tudo está completamente parado em todo o espaço, qualquer coisa pode assumir o lugar de outra em seu espaço, qualquer fração de espaço tem a possibilidade de ser qualquer coisa então para definir algo em um espaço qualquer é só definir que um espaço é de um e o outro é de outra coisa! Parece obvio e até linguagem de criança, mas o poder disso é o que faz com que tudo exista!

É a ordem primal!

Imagine que tudo pode existir e acontecer neste Universo congelado, afinal nada tem uma definição no espaço e ainda não temos a redundância dentro dos 3 vetores que definem o limite de cada coisa em seu devido lugar, então ao descongelar você pode ser o Bill Gates, ou estar na beira de um vulcão, ou ser o próprio gato de Schrödinger, ou até mesmo estar flutuando perdido no espaço vazio!
Mais isto não acontece por que você é você, em definição você é único em todo o Universo e para que você seja único todo o espaço fora de você deve negar sua existência, podemos chamar este espaço fora de negativo, porém ao fazer isso a sua redundância em ser você também nega ao espaço o seu espaço e a existência de outro ser no espaço que seja igual a você. É como se o espaço que é você estivesse em um dialogo constante com o espaço restante que não é você dizendo:

- Eu sou eu e você é você e não sou eu!

Enquanto o espaço restante lhe responde:

Mas você sou eu e eu não estou totalmente em você, eu sou você fora de mim!

Esta brincadeira é o que acontece em nosso Universo Primordial. Como já disse é preciso fazer varias intersecções de lógica, portanto ainda há uma falta de totalidade para compreender, somente a compreensão de diversos níveis nos levará ao entendimento do movimento do tempo e do espaço.
Para que seu próprio espaço pude-se existir sua concepção precisou lançar tudo para dentro de si para o nada poder existir, mas como vemos em Alfa o nada não é um vazio perfeito ele é constituído de tempo e de todas as possibilidades e impossibilidades reais e irreais da existência e até de inexistências, enquanto que ao partir para Ômega ganha possibilidade, ou seja, se torna positivo ao retornar para alfa entra em estado negativo então às possibilidades de Universos paralelos e Multiversos, são aniquiladas pela presença de um Universo Primordial que podemos ver na figura 7:
figura 7.
Todos os Universos não estão totalmente em Alfa e nem em Ômega e sim próximo ao minúsculo ponto laranja que é a intersecção de Alfa e Omega. É neste ponto que está à proximidade entre a razão média e a extrema razão. Enquanto temos um valor de tempo neutro em A que decai para o tempo negativo em A ao cruzar a linha do espaço entre AO gerando assim a intersecção de AO enquanto outras duas dimensões estão com valores positivo para O e negativo para A estes valores cruzam o ponto da extrema razão que é o nosso Universo, neste ponto da extrema razão produzem o espaço de valor 1 e na linha laranja temos + uma dimensão positiva em AO.

A dimensão Alfa ao se igualar com os valores de TA e AT desloca o ponto Alfa (circulo verde da figura 8) que é igual ao seguimento de reta entre o ponto AI levando o espaço A em um valor negativo gerando o circulo vermelho da figura 8.
Figura 8
Este espaço negativo é o que separa o ponto Alfa de novamente tornar a se igualar em Ômega criando assim a ruptura em nossa Faixa de Möbios que impede a redundância de cair em tempo linear continuo, apesar da ruptura também seguir em paralelo gerando assim uma divisão entre o tempo e o espaço estabelecendo a existência de um começo, meio e fim em nosso Universo que é equivalente a dizer que todo nosso Universo é constituído de Presente “I” no seguimento de reta da abscissa, passado na reta marrom e futuro na reta Azul... Mais detalhes virão mais adiante.



            Ao romper este linear continuo de espaço e tempo o ponto negativo rompe as possibilidades das coisas readquirirem outras dimensões neste espaço dando assim um aspecto a tudo como uma totalização única de seu próprio espaço e tempo continuo, pois o ponto Alfa ao se deslocar no tempo negativo gera uma divisão de espaço infinito para finito mesmo este tendo todas as características possíveis de um espaço infinito, ou seja:

O espaço só pode ser o que é ao estabelecer em si a sua forma.

            Para entender o que isso quer dizer vou usar o exemplo do floco de neve.
            Vamos ignorar qualquer outra possibilidade existencial de qualquer outra coisa e considerar que todo e qualquer Universo que venha existir são formados apenas de neve, um número “quase infinito” de flocos de neve (Lembrando mais uma vez que estamos ignorando até aqui e existência dos átomos). Para que um floco tenha seu lugar no Universo este mesmo deve ser único, pois se houver 2 flocos de neve absolutamente iguais é como se o espaço do mesmo fosse duplicado, gerando assim outro Universo agora com um número “quase infinito” de pares de flocos de neve. Este passo pode ocorrer infinitamente (figura 10), mas como temos o ponto Alfa com valor negativo seu decréscimo cria em todo Universo de flocos uma identidade negativa rompendo com este ciclo infinito ao tempo que esta identidade satisfeita em si mesma entra com um valor nulo, isso leva o floco há permanecer com sua identidade única ao passo que os valores positivos desta identidade são replicados no Universo, qualquer possibilidade de igualdade que seja absolutamente idêntica a um floco que já existente acaba caindo para dentro do mesmo floco, como o floco ao ser formado deixa de ser uma possibilidade para ser real, mas o tempo em movimento continuo em nossa faixa leva de volta esta possibilidade para o Universo dissolvendo esta possibilidade ao passo que ela ao rumar para o ponto Ômega torna a ser esta possibilidade e volta para o mesmo gerando assim uma redundância entre o que já é e o que há de vir!
Pode-se dizer que qualquer coisa ao existir segue um passo para sua própria existência ao passo que sua não existência segue ao passo do ponto que há de vir. Vejamos agora como isto pode ocorrer em nosso Universo primordial.
            Vimos que para cada passo de um floco de neve real é dado um passo á um floco de neve irreal, portanto para cada coisa que venha existir está a um espaço de sua não existência dado no espaço, isto devido ao deslocamento negativo em alfa, então temos o espaço a função de 1 floco para 1 não floco ou seja: para 1 positivo há 1 negativo, que ainda é apenas um possibilidade no ponto A, enquanto que para O, nosso floco primal, vamos chamá-lo de fp já existe. Para que fp seja real temos seu 1 valor positivo em Alfa P +1em Alfa N ±1 e para Alfa –1 (circulo vermelho da figura 9) Isto gera uma série divergente 1 – 2 + 3 – 4 +... Que se estende ao infinito como na figura 10.
            Mas vejamos como esta representação da figura 9 serve em nosso Universo real. Vamos imaginar que entre Alfa P e Alfa N está todo o nosso Universo congelado, então todas as possibilidades estão ali, tudo que pode existir e que pode acontecer esta na linha AO e você se encontra em A, se pudesse olhar figuramente de dentro da imagem e ver tudo neste linear veria que tudo se alonga ao infinito a sua direita e a sua esquerda, cerca de 180º entre uma e outra, entre este ângulo haveria um Horizonte para direita e para esquerda formando duas paralelas e como sabemos retas paralelas se encontram no infinito gerando a intersecção em Ômega, por isso a triangulação acontece. Já se virarmos mais 180º veria que tudo no Universo é destituindo do espaço, o que torna as coisas já possíveis em impossíveis.
Figura 9
            Agora pegamos todo Universo em uma única unidade, como um imenso bloco maciço quase infinito congelado, isto cria um imenso paradoxo em sua forma, pois sendo um único Universo ao permitir que qualquer coisa possa estar em qualquer lugar e assumir qualquer identidade temos então que ter uma identidade que seja única para todos os Universos possíveis e que possa dar a cada coisa uma identidade própria, esta identidade é o mesmo que a informação de nosso floco de neve primal, portanto qualquer outro floco deve ter uma informação diferente de nosso floco primal, mas antes vamos ao espaço!
figura 10
Podemos ver na figura 10 que o espaço ocupado por nosso floco primal é único e então as variações possíveis e também impossíveis de outros flocos também se distanciam na mesma proporção. Da mesma forma que sua divergência se estende ao infinito, sua convergência também se dá do infinito para seu modelo finito. Temos agora 3 valores em Alfa (figura 9): positivo (verde), negativo (vermelho) e neutro (marrom) ou seja: Temos 3 informações diferentes possíveis onde até mesmo a impossibilidade é uma informação. Se o espaço permite a existência de qualquer Universo possível e até impossível, toda esta informação deve estar contida em Alfa enquanto que para Ômega ela é uma informação que dá forma as coisas vindas do infinito para sua forma finita, como podemos ver na figura 10 tanto de forma convergente como divergente.
            Esta forma finita tem então informação infinita, pois para se constituir como unidade entre todas as formas possíveis convergindo para uma única forma possível que para não cair em redundância seu valor negativo em Alfa faz divergir de todos os outros valores vetoriais possíveis. Temos em Ômega estes três valores vetoriais como na figura 9 onde temos x=AP/O, x=AN/O e o ponto I=AO que é igual para qualquer ponto A convergindo para O que é proporcional ao Φ, vamos chamar estes 3 valores de 3D.
            Assim sendo nosso fp é então separado de todo o espaço de outros flocos possíveis, porém ao mover esta possibilidade para dentro do espaço onde ela é possível deixa todo o restante do Universo sem esta possibilidade gerando assim uma condensação do espaço para o espaço, ou seja: Energia. Mais adiante explicarei como isso forma a matéria, com suas 3 características distintas.
            Tempo e espaço se encontram na mesma proporção o que faz o tempo e o espaço serem redundantes, mas isso só acontece devido à queda do espaço sobre si mesmo, como a formação de nosso fp e sendo os dois valores proporcionais, para outros flocos acontecem os mesmos valores de energia, isso faz que todo o espaço mova em uma velocidade constante para todos os demais flocos possíveis gerando um espaço de flocos reais e outro espaço de flocos irreais. Este efeito é semelhante a um caleidoscópio quando o espaço surge, outro espaço também é criado e assim a informação do fp é levada ao infinito enquanto sua possibilidade finita no espaço e tempo se faz real as impossibilidades vão a um espaço negativo em Alfa o que leva o espaço a ser uma concentração de informação positiva enquanto o próprio espaço e tempo fora do fp se desconcentram gerando + espaço com ± informação.

Segundo Passo:
Chegando as Partículas e Ondas
Parte 3

            Bem, até agora só usei de exemplos e lógica para esboçar a minha idéia sobre o que faz o Universo Inflar e exponencialmente sem utilizar as idéias de Energia escura e Matéria Escura que para mim pode ser um erro de interpretação da lógica do Universo, mas ao fazer isso vi que não se trata apenas de uma lógica que infla o Universo e sim que nos traz uma nova concepção do porque da existência deste Universo. Como eu já disse anteriormente não domino a matemática, mas talvez o meu conceito possa trazer outras traduções para a matemática que já foi descoberta, assim como eu apliquei a lógica da proporção Áurea em nosso Universo Linear, muitas outras interpretações podem ser feitas através dos cálculos da física e da física quântica, não que haja um erro de lógica, mas provavelmente de tradução da lógica ao trazer as fórmulas matemáticas para nossa linguagem coloquial. A linguagem matemática é muito rápida e nossa mente muito lenta, por isso essa freada que estou apresentando aqui nos trás a mente um entendimento lento e profundo de nosso Universo.

            Agora vamos aplicar esses conceitos na criação da matéria.

            Em nosso Universo primordial (totalmente congelado) a matéria não deveria existir, mas sua lógica existe, aliás, toda lógica e todos os pensamentos que temos todas as possibilidades de outros Universos e até impossibilidades sempre existiu e existirão, pois se trata de um potencial do próprio infinito. Assim em todo o Universo para que algo exista deve ter em si toda informação de possibilidades de sua própria existência, tudo que estiver em redundância com esta lógica estará ao mesmo tempo e em todo o espaço sendo possível de existir ou somente de acontecer se no caso for apenas um potencial no tempo. Portanto o próprio princípio do Universo deve ter todo o potencial possível do fim do Universo, esta redundância de lógica só pode ser e estar completa no infinito e com isso estabelecer que o infinito seja finito e sua finitude seja infinita. Para que algo seja finito podemos separar este algo de outras coisas, dar a este seus limites dentro do infinito e mesmo que este algo seja finito suas variáveis infinitas também devem ser consideradas mesmo que suas variáveis só possam ser possíveis somente ao longo do tempo. É como dizer que um pai só pode ser pai se tiver um filho e este filho só pode ser pai se tiver um filho... Esta ordem que as coisas devem ser estabelecidas a partir de outras, como pais e filhos é o tempo, enquanto o espaço para cada coisa é finito e existe dentro de todos os aspectos de infinitos.
Figura 9

           Ao colocar esta ordem em um linear como na figura 9 vemos que o espaço de tudo em Alfa tem 3 discriminações possíveis, estas discriminações podem formar um único estado dimensional, pois o valor 3 é um número primo e como eu disse anteriormente somente a unidade das coisas pode estabelecer uma diferença entre uma coisa e outra, dizer que um número é primo implica em dizer que ao dividi-lo, seja por qualquer outro número, (quantidade) resulta em um valor não inteiro que torna diferente de todos os outros fora de sua própria escala. A unidade 1 é necessária para dividir 1 de outro 1, portanto devemos considerar o 1 na ordem primal.

            Esta unidade possui uma discriminação única para todo o Universo, em outras palavras podemos dizer que se trata de uma informação contida em uma unidade qualquer que é diferente de todas as outras quantidades como sendo uma dimensão única. Esta dimensão pode ser claramente provada através da própria matemática, pois sabemos que números primos são embora cada vez mais distantes, de ordem única no Universo, porém a proximidade entre os valores 1, 2 e 3 cria uma dimensão própria para cada ser, que pode ser medida em 3 vetores, como no caso da lógica aplicada sobre a divisão da extrema razão e seu ponto médio e também em 3 forças distintas: 1= neutra, –1= negativa e +1= positiva. Dizer que uma força é neutra é como dizer que todo seu potencial se encontra dentro dela mesma, não havendo assim potencial na própria força sendo então apenas cinética, ou seja: há possibilidade de movimento embora não altere a movimentação de outras forças; forças negativas nada mais são do que uma força que está em decréscimo com relação há outras forças, em outras palavras podemos dizer que se trata de um movimento no espaço que decresce o próprio espaço, portanto em desaceleração; positivo é o contrário, trata-se de uma força que está em acréscimo com relação há outras forças, portanto em aceleração. Lembrando que: Força é qualquer tipo de “ação” que irá causar uma diferença no espaço e no tempo seja ela física ou “ondulatória” diferente do estado anterior ao da sua aplicação. Todas as forças relatadas possuem a ordem primal, ou seja: são únicas e de características integras, embora se pudermos dividi-las teremos então a desintegração de suas características o que as eleva novamente ao infinito, portanto ao dimensionarmos qualquer ponto no Universo temos que qualificá-lo e quantificá-lo em sua forma.

            Por que temos que Qualificar?
figura 10  
Bem, assim como nosso Hospede ou nosso fp para ser único precisa ter em si uma distinção, algo que o diferencie de qualquer outro floco ou de qualquer outro hospede, esta distinção pode ser dada em redundância com o próprio ser ou objeto através de uma discriminação vetorial, ou seja, uma medida em seu próprio espaço dentro do espaço. As linhas paralelas eqüidistantes possuem seu próprio ponto, estas linhas são então as características quantitativas que nossos flocos ou hospedes possuem, isso dá a cada um sua própria dimensão, pois cada um possui sua própria linha e paralela as outras linhas sem diferenças de comprimento.

            Isso nos leva a acreditar que cada um de nós, cada coisa ou ser possuem agora não só os 3 valores vetoriais em apenas um só, como já vimos em 3D, mas 4 dimensões distintas dentro de um mesmo espaço e tempo, sendo que uma quarta dimensão não altera as disposições de cada coisa no espaço e sim apenas distingue que para cada coisa há um espaço distinto, esta distinção pode ser entendida como a qualidade de cada coisa.
            Como disse anteriormente qualquer coisa que possa ser dividida passa então a fazer parte não apenas de um único ser e sim de dois seres e, possuir 4 dimensões é poder ser dividido em outras duas, isso só é uma parte do Princípio da Redundância, pois como podemos ver na figura 10 além das linhas paralelas existem as linhas de intersecção entre os pontos, que são as linhas que ligam um ponto a outro, como se fosse nosso hospede em seu hotel infinito, só o fato de se identificar como hospede já o leva a estar conectado com o conjunto de seres hospedes e, portanto qualquer ação promovida pelo mesmo pode ser igual, porém em diferentes momentos e em outro espaço já que cada um possui em si uma diferenciação tanto espacial como temporal, esta diferenciação pode ser melhor entendida usando a série divergente 1–2+3–4+5... Qualquer coisa seja um hospede num hotel ou um floco de neve, que possa ser divido perderia novamente sua característica de ser único e passa então a ser dois ao mesmo tempo, mas como podemos ver na figura 10 cada ponto da série, vamos considerar que cada ponto já possui as três dimensões, pode ser quase que absolutamente igual, no entanto em um diferente espaço e ainda sim estar em paralelo com o espaço do outro, porém a chegada de cada hospede em nosso hotel infinito com hospedes infinito implica em uma ordem que conecta cada um a um espaço e tempo dentro do infinito, esta ordenação implica então na existência de mais uma dimensão. Uma dimensão de ordem. Esta dimensão, por sua vez, não pode ser dividida igualmente entre todos, pois tiraria de nosso hospede a característica individual na escala de seres hospedes, temos então + uma dimensão, uma quinta dimensão.

            Antes de prosseguir vamos fazer mais uma interseção de lógica e entender agora o que significa força e ação:

            Dimensões são partes de um todo, o todo em relação ao Universo é tudo que possa existir, e tudo para existir precisa estar em uma ordenação que caracteriza algo de outro algo, que subdivide uma coisa de outra como já foi dito na primeira parte da introdução do Princípio da Redundância, agora que quantificar as coisas mesmo sendo quase que iguais em seu determinado espaço, ou sua determinada dimensão de acordo com a ordem divergente e convergente. A força é então uma diferenciação qualitativa de algo que se dá pela ação... O que é então ação?
figura 11
Da mesma forma que ação é uma atitude que torna algo real, para o Universo a ação é a manifestação de algo possível, é a dimensão manifestada em algo, assim sendo para que algo possa mover-se como nossos pontinhos da figura 10, este algo vai causar uma interferência tanto nas linhas paralelas como nas linhas de intersecção entre os pontos. O movimento do espaço criando diferentes posições das mesmas coisas em um mesmo espaço pode ser novamente estagnado com a aquisição de mais uma dimensão como na figura 11. Novamente a manifestação do tempo agora implica em um estado de tempo que identifica cada coisa, novamente, temos mais uma ordenação qualitativa que por manifestar sobre todas as outras implica em ser mais uma dimensão.
            Novamente quero lembrar que dimensão não são apenas uma questão de área e sim qualquer coisa que venha fazer parte do Universo seja esta coisa real ou apenas com possibilidades de serem reais ou até mesmo as coisas irreais. Por enquanto estou apenas inserindo possibilidades reais de coisas que sabemos que existem em seus espaços reais, como flocos de neve, hospedes, gatos... Sem qualificar todas as suas interferências, algo que todos os outros cálculos da física moderna faz, como por exemplo, a cor, quaisquer que sejam as cores que falamos só estamos dando a esta cor uma qualidade de ser ela mesma, estamos apenas distinguindo uma cor de outra, desta forma estamos apenas ordenando, quantificando e qualificando as cores como os nossos pontinhos na figura 11. Como se cada cor possível fosse um único ponto e por coincidência☺ a ordem das cores também seguem o Princípio Áureo.

A Redundância da Redundância

            Temos na figura 11, 3 dimensões distintas, considerando que cada pontinho tenha 3D que é igual a 1 dimensão, que é igual ao infinito como já expliquei anteriormente, agora temos as linhas paralelas que se estende ao infinito, dando aos pontinhos ou nossos fp +1 dimensão, as linhas que cruzam perpendicularmente a estas primeiras linhas são +1 dimensão e as linhas que conectam nossos fp são + 1 dimensão, todas as 3 são redundantes a 1, formando então uma redundância com os próprios fp sendo 3+3=6 temos assim 3 eixos para cada fp com 3D que condicionam estes ao próprio Universo, vamos dar para cada eixo um símbolo vetorial sendo y para o eixo perpendicular ao que se estende no horizonte, x para o eixo que surge no horizonte e z para intersecção entre os fp, mas algo parece faltar neste nosso espaço, pois se nos posicionarmos em perpendicular ao eixo y ou x no seu ponto de intersecção 0 em qualquer um de nossos fps perdemos a informação sobre qual fp está no final da série convergente, pois assim perdemos a relação de diferenciação entre os fp com suas linhas de intersecção, ou seja: não vemos o eixo z, isso implica na redundância em mais um eixo diferente, isso só é possível se cada fp possuir em si 3 dimensões internas mais 3 ao seu espaço exterior, ou seja para o Universo, que ao serem somadas geram 6 que pode ser dividido pelo único valor primal par que é 2, voltando com isso novamente ao valor 3–3 que é igual a 0, assim decompomos tudo e qualquer coisa em uma unidade finita com um valor infinito que é 0 que é igual a 1 que é igual a ∞, desta forma quebramos o paradoxo entre o tudo e o nada sem que haja atuação de qualquer força, energia, potencial... Que nada mais são que as qualidades que damos a estas 3 quantidades dimensionais redundantes em si mesmas, formando assim uma sétima dimensão que é igual aos valores de todas as dimensões possíveis e impossíveis em um equilíbrio perfeito entre a ação e reação de sua própria possibilidade e impossibilidade real de existência, esta 7º dimensão se dá há ruptura do estado ± das dimensões, ou seja: 3+3 e também 3–3, esta 7º dimensão se dá pela confluência dos estados tudo e nada, + e – dimensão, podemos dar então aos eixos x,y,z valores convergentes e divergentes ao mesmo tempo. Temos então 0 como valores x,y,z e −x,−y,−z em Alfa, e Ômega, todas as suas convergências em direção de A para O, que também está divergindo de O para A. Só assim rompemos o paradoxo linear e mesmo assim permitimos este paradoxo estar presente em qualquer coisa, pois nada pode ser desconsiderando do infinito. Nem mesmo a lógica que apresento até aqui!
            Esta sétima dimensão não se trata apenas de uma dimensão espacial e sim de uma dimensão que relaciona tudo ao todo, como nosso fp de 3 dimensões em si com as 3 dimensões fora de si, sendo esta dimensão com duas características simples: que se estende ao infinito, divergindo, e que converge ao que existe como finito, podemos chamar de dimensão de força, como já expliquei que força é uma ação e ação é uma dimensão manifestada em algo, mais especificamente esta força pode ser entendida como gravidade, mais adiante entrarei em detalhes sobre a 7º dimensão, no entanto arrisco dizer que a gravidade da forma que entendemos está errada, por acharmos que se trata de uma energia, sendo que dentro do Princípio da Redundância a gravidade é apenas a ação constante da manifestação do Universo interno e externo da própria lógica da redundância, como expliquei na parte 2 deste artigo. Dizer que o entendimento da gravidade está errado é quase um suicídio cientifico, mas peço aos leitores que tenham paciência para entender ao todo o que quero dizer com erro.

            Como eu disse é preciso saber acrescer cada princípio lógico sem separá-lo de cada parte apresentada, pois dentro da redundância não há uma figuração separada de cada lógica e sim uma concatenação que expressada individualmente gera apenas níveis diferentes de uma mesma lógica, como por exemplo: as 4 forças fundamentais da física; a força forte, a força fraca, eletromagnetismo e gravidade, estas expressões individuais podem ser entendidas como figurações físicas dimensionadas em sua própria dimensão. Daí a redundância da redundância.

O Universo está com a razão
Parte 4

            Por que ao olhar diretamente na matéria não vemos a matéria?

            Se até aqui ao apresentar o Universo congelado de forma linear e continua, o que dá ao nosso Universo uma dimensão com 3 características distintas: em Alfa, I e Ômega, ainda não criamos um Universo com todas as suas características dimensionadas, isto nos leva a crer que não há espaço, em outras palavras podemos dizer que não há como dimensionar nada no Universo, pois o próprio Universo ainda não possui todas as suas dimensões, mas este paradoxo entre o nada e o tudo é o que dá origem, não ao Universo, mas sim as coisas que podem vir a se constituir no Universo e isso só pode ocorrer se, seja o que for que possa ser real no Universo, estiver com as mesmas probabilidades de ser em cada parte do Universo, como em nosso Universo Congelado onde disse que você ao se restituir no espaço, você pode ser e ocupar qualquer lugar no espaço, afinal só há distinção se houver uma ordem, está por sua vez é estabelecida pelo tempo que também constitui a representação linear neste Universo, portanto temos a ideia de tempo e espaço surgindo ao mesmo tempo, isso é como o inicio de uma única dimensão Universal. É a dimensão de todas as dimensões possíveis e impossíveis formando e estabelecendo as possibilidades dentro das mesmas sendo que a maior possibilidade está para a menor em uma mesma proporção que a menor está para a maior, o Universo rompe assim sua heterogenia dando a origem sua própria origem, ordenando e escalando no tempo e no espaço cada coisa na possibilidade de vir a ser a mesma coisa em uma perfeita harmonia com todos e quaisquer que sejam os Universos possíveis e até impossíveis.

            É possível que todos os outros Universos ainda sejam possíveis?

            Digamos que sim e não!
            Universos impossíveis são devorados pelo nosso Universo possível, para entender o que quero dizer com devorados é preciso entender a sétima dimensão, mas antes de entender esta voltamos ao gato de Schrödinger onde em um experimento mental o gato pode estar vivo e morto ao mesmo tempo, as possibilidades são as mesmas, mas ao invés de falar de gatos vamos usar Universos, e para entender estes Universos vamos usar nosso hospede.
            Supomos que nosso hospede não sabe se ele já se hospedou ou se ainda irá se Hospedar em nosso hotel infinito tendo então duas informações possíveis que discriminam o estado de nosso hospede, para que este saiba exatamente qual informação está correta é preciso entender em qual direção do espaço e do tempo nosso hospede está se movendo e que só cabe uma informação para cada uma das direções, se ele está para alfa, como já disse rumaria para o passado, se está para Ômega rumaria para o futuro, vamos ajudar nosso hospede dando a ele um meio de transporte que facilite sua ida para o passado ou para o futuro. Vamos colocá-lo em um trem que está indo para alfa e Ômega ao mesmo tempo, isso é possível usando a faixa de Möbios, estes dois estados diferentes e discrepantes podem se encontrar em um mesmo espaço AB e CD diferentes em 180º AC=BD temos então dois estados diferentes para nosso hospede e como o mesmo não sabe em qual estado se encontra vamos dar ao mesmo as duas condições como se fosse seu irmão gêmeo perfeito existente no outro lado da faixa... Bom, neste caso outro lado não seria o lado de trás, pois na faixa de Möbios os dois lados da faixa estão conectados pela torção de 180º e sim o lado da faixa que cruza com seu lado de retorno para a mesma, dando assim a impressão de dois trens e dois passageiros ambos compartilhando as mesmas duvidas embora o trem se mova em direções opostas, e para que ambos permaneçam em um estado constante de dúvida, ambos devem compartilhar o mesmo estado de duvida sobre o mesmo ponto dimensional, isso quer dizer que ambos correm em direções opostas ao movimento do trem, cada um com suas 3 dimensões 3–3=0 e com duas possibilidades para cada um se somando 2+2=4 sendo assim eles estão fora do quinto estado dimensional, como se fosse dois Universos e 4 estados diferentes com as mesmas probabilidades de existências, ou seja, sem uma discriminação divergente ou convergente. Mesmo que o trem se movimente, se ambos correrem em direções opostas ao movimento do trem em que estão ainda permaneceram em estado de duvida, mas se um deles parar de correr contra o movimento do trem imediatamente sua divergência anula o estado de gêmeo perfeito fazendo com que seu irmão pare de correr e siga a viagem na direção oposta, como se a queda em um estado o levasse para um dos dois Universos, isso é matematicamente possível, pois se 0=∞ e também =1 podemos dizer que 4–1=3, portanto o valor que for escolhido para Alfa é subtraído para Ômega e o valor somado em Ômega é também negativo em alfa, isso porque como já disse, todo que qualquer valor dimensional só é somado em Ômega, então o trem ao mover para Ômega destitui seu movimento em Alfa fazendo com que o irmão gêmeo que está indo para Alfa fique com uma das duas informações diferentes, como 4/2=2 e 2−1=1 seu irmão que está indo para Ômega fica com 1 e ele com −1.
Isto explica porque a observação pode alterar a informação, pois qualquer que seja esta informação ao ser relevada em Ômega vira decréscimo em Alfa, isso anula o efeito paralelo de duas informações diferentes, como sendo dois Universos distintos, saindo do paralelo passado/futuro e entrando na perpendicular do presente e seguindo para o futuro/passado é como se ao abrir a caixa nosso gato vivo permanece vivo para Ômega e ainda possível morrer em alfa, no entanto se estiver morto em Ômega estará vivo em alfa, pois para Alfa ainda é possível vir a ser novamente um gato vivo. Para Ômega toda possibilidade sempre se aproxima de 1 e para Alfa sempre decresce para 0 ou até –0, já que o meio de Alfa está em menor parte, pois parte sua está em Ômega. Por isso que parte de Ômega parece haver a atuação de alguma Energia, mas esta suposta energia não passa de informação redundante da própria formação de algo no espaço. Isso anula os Universos que poderiam seguir em paralelo com as mesmas distinções.
            Vejamos por exemplo: e=mc2, sabemos que luz (c) é um composto material físico qualquer, mas se considerarmos que m=1 e que a luz é também m ficamos com m2=1−m→(m)2+m−1=E assim como (AI)2+AI–1=0 se assumirmos que nosso Universo congelado contém luz, mas esta não está em movimento, ou seja, neutralizamos a luz, temos então apenas o tempo no espaço, portanto E=t2 é tudo que precisamos para ter o inicio de todo Universo possível e impossível em redundância com nosso Universo. Isso implicaria em termos qualquer coisa surgindo do nada, mas o nada total e absoluto não existe em nosso universo, este estado só é possível se tudo estiver para fora do nada, portanto tudo que existe só é possível existir realmente por que cada coisa que existe tem um nada total e absoluto dentro de si.
            Por incrível que pareça a nossa razão para o Universo só há a razão de sua existência ao mover o nada para dentro de tudo, como já disse isso só é possível dobrando o espaço que está fora do nada para dentro do nada. Uma das provas mais contundentes disso são as 4 forças que regem todo nosso Universo, se procurarmos na matéria o que compõe estas forças vamos encontrar apenas esta lógica redundante em níveis diferentes atuando como uma ação no espaço dentro dos limites de cada espaço, o que não impede de termos estas forças em uma figuração física delas mesmas.
            Bem até agora falei das distinções entre Alfa e Ômega em nosso Universo, sobre as redundâncias que se dão no espaço e sobre a forma com a qual o Universo separa estas duas características distintas entre o Alfa e Ômega em suas extremidades, vamos aplicar agora ao nosso Universo o momento da ruptura onde há a divisão de Alfa e Ômega dentro do próprio Universo. Vamos imaginar que todo o Universo se resume a um seguimento de reta de espaço e tempo igual a 22,5 cm:
            Bom, o ponto de ruptura de onde há extrema razão está para Ômega e a média razão para Alfa na proporção áurea, que já conhecemos:
Em Ômega: √5+1/2=1,6180339... Em Alfa: √5−1/2=0,6180339...   Aplicando os valores em 22,5 cm temos: Ômega: 22,5/1,6180339...=13,905...  E Alfa: 13,9057...∙0,6180339...= 8,594... Agora temos um espaço dividido, neste ponto da divisão identificamos à reta x e y onde y é igual ao tempo e x é o espaço, como vimos anteriormente que qualquer coisa que venha se constituir no espaço possui também mais um eixo z, no entanto como disse na primeira parte, definir o mesmo espaço e o mesmo tempo para cada coisa é a única forma de romper com a redundância, então a direção do tempo também corre em paralelo junto com o mesmo eixo x.
            Digamos que o valor de 13,905... Seja o valor da idade do nosso Universo, para onde foi o tempo que está em Alfa?

            Os mesmos 8,594... Bem, o tempo já não pode ser ao todo negativo neste caso, já que só temos um passado se houver um presente. O que significa que a energia do Universo passado ocupa a área do espaço do Universo presente, desta forma temos: 13,905*8.594= 119.499572 assim temos a energia presente igual a t2 nesta ruptura que dá ao Universo a diferenciação de uma coisa e outra, das possibilidades e impossibilidades, o tempo ao quadrado implica que qualquer coisa que venha a existir no Universo corre no eixo x e y na mesma proporção, espaço e tempo... É como imaginar que o eixo y se move junto com o eixo x sempre na mesma proporção áurea do que vier a existir, portanto qualquer coisa que surja no eixo z surge com relação aos eixos x e y dentro da mesma proporção. Isso implica em dizer que para qualquer coisa que exista a partir do momento de sua existência ou não existência, como nosso gato vivo/morto, necessita da ação de t2 para ter uma definição no Universo, se o gato está vivo é porque dentro do Universo Ômega no qual o gato existe nenhuma ação não física tirou a vida do gato, mas se estiver morto uma ação física ocorreu, essa ação vem de uma reação não física, como nosso gato=mt2 se gato é igual à massa, vamos chamar de g, então g=1 é (g)2+g=1 ou (g)2+g−1=0 como a fórmula pode ser reduzida a √5+1/2 ou √5−1/2 a existência do gato só depende de qual posição dos eixos cartesianos ele se encontra. Se t2=−1 então em Ômega não temos mais um gato e para Alfa temos um gato não vivo, mas ainda com possibilidades de ser um gato vivo. Isso implica na função delta em nosso seguimento de reta no qual todo o Universo se encontra.
            Bem, como já disse eu não sou bom em matemática, só estou mostrando aqui o que compõe nosso Universo e que este nosso Universo é composto de duas naturezas uma em Alfa e outra em Ômega, digamos que a física quântica e a física clássica ainda são as mesmas aqui, o conflito não está em uma ou outra e sim na falta de uma relação entre ambas, o que faltava não é nenhuma novidade, o que aconteceu foi que em algum ponto da história humana olhamos por mais tempo apenas a natureza física, criamos novos nomes para a nossa relação e entendimento com essa natureza, como Energia, potência, força, gravidade... Mas deixamos de lado a discriminação de cada uma destas naturezas, em outras palavras, deixamos de lado as dimensões reais destas naturezas, deixamos de lado também outra discriminação da natureza, partimos para o entendimento semântico, esquecemos de ver que falamos de força, massa e movimento como entidades físicas na natureza sem entender muito bem de onde vêm estas entidades. A razão media e a extrema razão são exatamente os coeficientes que fazem deste nosso Universo, estas duas naturezas, em constante acoplamento de uma coisa com o todo, do nada com o tudo, mas ainda não expliquei como se dá o movimento em todo o Universo.

Ceteris Paribus

            Se algo pode se mover do seu espaço para outro espaço este outro espaço deve então ocupar o mesmo espaço do espaço daquilo que se moveu, isso é óbvio, mas o que parece ser tão óbvio não deveria ser tido com tamanha certeza, já que o próprio espaço pode ser desconsiderando para existência de nosso Universo. Se houve em Alfa um Universo sem o espaço então acreditamos que tudo ocupava um mesmo espaço daí temos outro problema, se não tinha espaço pra tudo como tudo caberia em um único espaço?

            Ceteris Paribus é uma frase do latim muito usada na economia que significa “tudo o mais é constante”, imagine que qualquer coisa que possa ser medida no espaço, mas se tirar o que está no espaço o próprio espaço possuirá uma medida constante independente do que pode variar ao mesmo espaço. Temos assim discriminações constantes, iguais e comuns a qualquer coisa no espaço que podem ser descritas pela matemática sem que haja qualquer material, isso seria o vácuo, mas só o fato de poder medi-lo já o discrimina, ou seja, já dimensionamos este espaço, podemos criar dimensões sem que elas sejam físicas na realidade, este dimensionamento só pode ser feito se o choque entre o Alfa e o Ômega puder levar todas as variáveis possíveis de existência para dentro de uma constante do espaço, este fato tem relação com a sétima dimensão, mais adiante chegarei lá.

Partículas

            Do que é feito o gato?
            E por que o gato morre?
           
            Se houver um conjunto de variáveis que podem ser descritas de forma comum a qualquer coisa que possa existir, estas variáveis pertencem a um espaço com características infinitas dentro de discriminações finitas, isso faz com que o espaço seja aparentemente igual, mas as variáveis que se podem ter com o tempo tornam o espaço um conjunto de variáveis lógicas que não podem ter discriminações irreais dentro do seu próprio conjunto real, e só há realidade dentro de variáveis reais.
            Sabemos que os números 1, 2 e 3 são reais dentro do conjunto de coisas reais e não apenas em relação aos números reais em matemática, e que suas divisões trazem a tona um conjunto de variáveis irreais, ou seja, trazem espaços indeterminados, sem uma forma e até de valores infinitos, imagine então que em um Universo totalmente congelado todas as variáveis reais estejam presentes no espaço de todas as formas, qual seria a forma escolhida pelo Universo para formar o próprio espaço?
Na matemática força é igual à massa multiplicada pela aceleração, ou seja, pelo movimento que se faz para se ter a massa em movimento, mas isso é o mesmo que redundar a mobilidade sobre si mesma, como eu já disse sobre nosso hospede em seu hotel infinito, ele só pode se mover porque suas variáveis de movimentos são lançadas tanto para o passado como para o futuro, sendo assim em algum ponto do seu próprio existir há uma ruptura entre o que já existe para o que há de existir, isso se dá pelo fato de que um Universo já satisfeito em Ômega ao retornar para Alfa e rumar novamente em direção ao Ômega acresce um passo sobre si mesmo, temos a ideia de que todo movimento realizado no espaço é um conjunto continuo e uniforme, mas isso é um erro de tradução dos nossos sentidos, imagine, por exemplo, as cordas de um violino, ao ser tocado as variações de notas só são possíveis porque em um ponto da corda ao ser tocada, as variáveis contínuas desta mesma nota seguem em redundância com sua própria vibração ao passo que ao diminuir ou aumentar o comprimento da corda há uma ruptura da redundância entre uma nota e a próxima nota ao ser tocada. Nosso Universo é composto então de possibilidades em constante movimento de outras tantas possibilidades, Ceteris Paribus em latim.

Para exemplificar, você já observou um ventilador em movimento?
figura 13

Dependendo da velocidade de seu movimento não distinguimos as hélices do ventilador, dependendo da variação da velocidade, você poderá ver a hélice como se estivesse parada ou se movendo em sentido contrario ou até avançando mais lentamente que seu próprio giro. Isso se dá pela redundância do movimento, dentro do Princípio da Redundância, não só as hélices fazem isso como também o próprio material físico ocupado pelas hélices também faz isso. A matéria não é uma massa uniforme em repouso, é a Redundância da redundância de seus componentes, e o que compõe a matéria é o próprio fato dela não ser composta de uma forma especifica e sim de todo o potencial de ser toda e qualquer forma do espaço, portanto a matéria possui todas as discriminações possíveis de todas as dimensões possíveis, logo no começo deste artigo falei que o seguimento de reta possui 3 atributos: a forma de dividir, forma considerada e a seguinte forma,  estes atributos são redundantes até o ponto em que o Universo se divide em espaço Alfa e Ômega. As discriminações podem parecer únicas em Ômega, mas em Alfa as forças são mais distintas, como na figura 13, o circulo verde está na reta y de forma positiva, o circulo marrom está na reta y de forma negativa, embora sem deslocamento negativo para Ômega, já o vermelho se encontra e em x de forma negativa, estas variáveis combinando juntas formam o espaço discriminado, seguinte a forma do próprio Universo, sendo que se pudéssemos olhar para estas formas sem movê-las para Ômega não vamos enxergar nada mais que algo muito semelhante às hélices de um ventilador ou se pudéssemos apenas, ouvir as formas, digo no sentido figurado, ouviríamos suas redundâncias atuando como forças negativas, positivas e neutras, em nosso Universo, quero deixar claro que não tenho a pretensão aqui de dizer que a estruturas das figurações que trago são imagens de átomos, isso é apenas figurações para mostrar a lógica que consiste o Universo.

            Nosso gato é então uma entidade física de um conjunto de movimentos de todas as possibilidades infinitas figuradas em seu conjunto finito de ser gato.
            Em gato, tudo que é o gato é o mais constante em ser gato.
           É uma dimensão gato que sempre existiu e sempre existirá em seu próprio Universo gatuno!☻

            Quando eu era criança não entendia nada de eletricidade, assim como o Alessandro Volta, mas me encantavam seus efeitos, cheguei a abrir varias pilhas pra ver de onde vem a tal da energia, e o que é isso energia! O mesmo fiz com um rádio, desmontei, quebrei os componentes, olhei até com lente de aumento pra ver se descobria o que é que cada peça faz e nada!
            Quando vejo os físicos quebrando átomos para ver o que compõe a matéria me lembro da minha infância e vejo que assim como eu, eles estão perdidos tentando enxergar algo como quem quer descobrir um ingrediente secreto dentro da matéria, a matéria só pode ser entendida se organizarmos seus componentes para formar a própria matéria, se eu quebrar o rádio em pedaços bem pequenos só vou perder a constante rádio de ser entendida. Em outras palavras, só podemos ter um gato com tudo que é preciso para compor um gato, ou só entenderemos a matéria com tudo que a matéria é.

            Mas como o material que compõe o gato está em constante redundância com as possibilidades de não ser mais gato, a possibilidade de ser gato com a passagem do tempo começa a se destituir de ser o próprio gato. Por isso nosso gatinho e até nós mesmos morremos.
            Agora vamos tentar entender o que é energia e como está força constitui o material que compõe nosso gato.

            Vamos voltar ao nosso Universo congelado, sem movimento, temos então o potencial de qualquer coisa ser composta em qualquer lugar presente em qualquer ponto do espaço, assim para que um espaço possa ser mantido em seu devido lugar este deve conter todo o potencial de tudo em si, seria então uma onipotência de tudo para o todo, isso é como ter o poder de ser qualquer coisa, mas pra ser qualquer coisa é preciso primeiramente ser. A matéria é então a redução de toda lógica de ser em ser, encerra por si o tudo de si, se eu tivesse conhecimento matemático poderia elaborar uma fórmula ou calculo para expressar o que quero dizer, mas eu acredito que estes cálculos já existem, o único problema é a tradução coloquial que é feita sobre o assunto, como a forma de calcular a força F=ma, massa e aceleração são formas redundantes ora em aparente repouso e ora em movimento.

Ondas


O que leva nosso fp, por exemplo, a ser o que é, são as próprias possibilidades deste ser estar em qualquer lugar do espaço, portanto há no espaço a onipresença de ser um fp a qualquer momento, como nosso Universo Alfa e Ômega tem em delta seu momento real de ser em ser, isso significa que o espaço que compõe nosso fp tem a potência de ser qualquer outra entidade no Universo, porém sua redundância está em volta de si mesma de forma considerada fp, mas o fato de haver um fp abre as possibilidades de o espaço ser outros tantos fp, esta forma de dividir leva ao Universo o aparente movimento ondulatório de ser outro fp, como no caso de nosso hospede em seu hotel, por estar em um hotel infinito suas possibilidades de já ser hospede ou de já estar em um dos quartos ou de ter vários outros hospedes muitos semelhantes a ele mesmo já está no espaço do hotel, portanto a onda causada por sua chegada ou até sua saída já estava em delta, vamos colocar o símbolo delta pra falar disso ∆, então o movimento não é vindo de alguma fonte misteriosa que emanou do nada e sim do próprio movimento de delta ∆, isso significa que há dimensão ∆ é igual a 0, se fp está em ∆ então é igual a 0, significa que a forma considerada de fp já satisfeita em nosso Universo ∆ reproduz as mesmas dimensões para A ou para O ligeiramente diferente para outros espaços e redundante para o próprio espaço. Se ∆ menor que 0 então a redundância em O já foi satisfeita ou ainda é possível de ser, se ∆ maior que 0 então a redundância só será satisfeita a partir do momento que qualquer outro fp estiver dentro da ordem primal. Este aparente movimento ondulatório, como ondas na água é uma concepção confluente do infinito. É como se o espaço caísse pra dentro de todas as possibilidades de fp=fp para formar um único fp na ordem primal e este por sua vez segue em seu espaço com sua seguinte forma.

            Portanto a onda não é uma entidade não física e sim a confluência de todo o espaço pelo potencial de todo o espaço poder ser igual ao fp, esta confluência se dá tanto convergindo como divergindo o espaço de nosso fp.

Há um Passo Além da Energia.
Parte 5

            Bom, acredito que boa parte do Princípio da Redundância já está bem entendida até aqui, vou partir agora para outros efeitos em nosso Universo.
            Como vimos até aqui existe duas naturezas distintas em nosso Universo: Alfa; em media razão, e Ômega; em extrema razão, entre estas está o ponto ∆ que trata da realidade presente, a diferença entre uma e outra pode ser entendida como a diferença entre o Micro e o Macro, a física quântica e a clássica, entre ambas o ponto ∆ que é a própria diferenciação entre o nada e o tudo, entre uma dimensão, ou o ainda não dimensionado e o estado intermediário!
figura 14
Para entender o estado intermediário, vamos à figura 14, logo no começo deste artigo falei que o seguimento de reta possui 3 atributos: a forma de dividir, forma considerada e a seguinte forma, agora vamos olhar para as constantes que temos em nosso Universo com o mesmo Princípio da Redundância  dentro dos 3 círculos em Alfa: Verde para positivo +y+x, Vermelho para negativo −xy−x e marrom para neutro −y+x, inverti as posições dos sinais na figura, mas dá pra entender. Bem, sabemos que a matéria primordial que constitui as coisas visíveis em nosso universo possui estas mesmas características: positiva, negativa e neutra. Antes de falar das intermediações vamos entender como a matéria primordial se comporta em nosso Universo visível.

As Formas

            Como tudo em nosso Universo possui estas características vamos entender agora o que é energia positiva, negativa e neutra. Bem, perante as analogias que já foram apresentadas aqui energia não se trata de algum tipo de poder no Universo e sim um movimento, como toda matéria está, é o potencial do espaço para ser qualquer coisa neste espaço, isso á grosso modo quer dizer que em ∆ há todas as figurações tanto de Ômega como de Alfa, esta lógica está na matéria formando no espaço que chamamos de massa, esta massa é como se fosse um comutador lógico de dimensões, (se é que realmente é isso mesmo) como nosso Hospede ao chegar ao hotel, lembra que falei que ao se mover ele congelaria?
            Pois bem, vamos considerar que o espaço e o tempo em ∆ está para 1 Universo = 1 hospede, que ao chegar em ∆ tem seu valor menor que 1, vamos escolher este valor para um número inteiro menor que 1 que é (segue imagem abaixo) nosso hospede assim zerou sua existência neste Universo, partindo agora para sua existência menor que um −1,  isso abre espaço no espaço para outro Universo com o mesmo potencial de espaço igual a 1 que só pode existir se este 1 for diferente do Universo anterior que é igual a 1, para ser diferente é preciso estar em dimensões, que pode ser simplesmente um Universo de dimensão 2, este outro Universo tem então 1+1=2 isso gera então o movimento de 1 para 1 sendo que entre este espaço e o primeiro 1 em  redundância ao Zero maior que menos 1 , isso nos leva a crer que entre −1 e +1 temos então um espaço infinito irreal, que só é real em 0, entre estes 3 valores −1, 0 e 1 temos ainda, como já expliquei, o ∞ que está em A e O ao mesmo tempo, isso significa que cada movimento no espaço sobre o espaço há um infinito números de Universos possíveis que tem em ∆ a possibilidade de estar em 0 absoluto, como já expliquei sobre a proposta de Bhaskara que 0=∞, e desta forma zeramos o conflito entre o nada e o tudo sem se quer usarmos a energia emanada de um único palito de fósforo.



O que chamamos de Energia, na realidade não passa do atrito entre dimensões que estão em movimento no espaço, este movimento é causado pela comutação entre Universos, é o movimento de choque entre os 2 passageiros no nosso trem infinito. A nossa Faixa de Möbios é um componente real na matéria que faz esta comutação.


            O que quero dizer é que na matéria primordial há as possibilidades de serem infinitos espaços diferentes do seu próprio espaço, como a água, por exemplo, as composições de dois tipos de matérias primordiais geram um composto que emanam diferentes dimensões sobre si mesmas.
            A lógica que cria isso é tão intrínseca em toda matéria que, todo e qualquer outro potencial do espaço de ser diferente deste potencial se encontra em Alfa e parece emergir do nada para o tudo temos o ponto limite de transição em Delta, como essa lógica se organiza pode ser vista na figura 15.
figura 15
Vemos que em Alfa, o movimento positivo no tempo e o neutro, estão em partes dentro do movimento negativo, parte do movimento negativo está para além do próprio espaço negativo e uma pequena parte de seu movimento puramente negativo está em direção a Ômega, isso nos mostra que a matéria em seu dialogo com o universo como disse logo no inicio do primeiro passo está cercada do movimento negativo enquanto parte positiva e neutra está fortemente conectada por sua redundância de tempo em A e O em equilíbrio com o movimento Delta do Universo. Em outras palavras, dentro do Princípio Áureo. Vemos que em Ômega parece haver um conjunto vazio, que só pode ser assim se: o próprio tudo que Ômega é mover o seu tudo em direção ao nada.

            Assim com essa lógica simples resolvemos o conflito do Princípio do Universo sem que haja nenhuma necessidade de um Universo singular e ainda sim deixamos todos os espaços de Ômega livre para ser e poder realizar qualquer possibilidade de espaço em ser um espaço qualquer colocando toda esta lógica em um espaço mínimo A com todo seu potencial O sem usar nenhuma força, energia... seja lá o que for, que a física procura, para se ter um todo no Universo.
            Desta forma como a parte Neutra em marrom e a Positiva verde ligadas fortemente pelo eixo y só pode ser assim por estarem cercadas de Alfa em estado negativo dentro de Ômega em outra figuração, mas contendo toda lógica que já disse. Esta outra figuração todos nós sabemos se tratar do núcleo atômico contendo: prótons e nêutrons cercados por uma película de elétrons... Como eu disse anteriormente parte do Universo está em um dialogo constante com a matéria e a matéria com o Universo, isso faz com que as dimensões redundantes desta lógica apresentada até aqui funcionem como um comutador lógico de dimensões em níveis separados da matéria, mas antes de falar sobre este efeito quero falar sobre o que muita gente deve estar se perguntando:

            E as forças positivas e negativas?

            Bom, as chamadas cargas nada mais são do que o estado dimensional em Alfa, que no próton possui todas as dimensões positivas já mencionadas aqui, ou seja, se somam em Alfa e no elétron se subtrai, isso faz com que pareça que a matéria possui a chamada carga, que como sabemos pode até ser invertida no caso da anti−matéria, mas esta lógica não existe, pois não há uma carga e sim características dimensionais com figurações físicas, bem da forma que eu falo fica parecendo que toda ciência está errada, na verdade não é a ciência e sim a consciência que fizemos dela... É preciso lembrar que os homens da ciência também possuem suas crenças pessoais e toda humanidade acredita haver energia como sendo um tipo de poder que faz as coisas se moverem, assim como o homem já acreditou na vida espontânea ou até em poderes mágicos sem uma explicação, de deuses á entidades mitológicas, acontece que ao acreditar nisso se formou idéias que em partes figuram na matéria primordial como sendo algo realmente misterioso que produz movimento, como no caso do campo magnético, mas este por sua vez é apenas uma forma redundante do movimento entre o que há e o que ainda há de vir, o que já foi e que ainda tem chances de voltar a ser, como já apresentados aqui nas analogias de fps, hospedes e gatos, infelizmente sem uma figuração real não há como explicar uma figuração do que eu entendo por: espaço, dimensões, que nada mais é do que uma parcela do próprio espaço seja esta parcela uma estrela ou átomos; e tempo, que nada mais é do que o próprio infinito em figurações finitas que rumam hora para o nada e hora para o tudo, falar hora é meio estranho porque na realidade isso ocorre em uma velocidade, que seja realmente a velocidade da luz, no entanto todos estes dados que criamos para manipular a matéria e criar novas figurações dimensionais da mesma trabalham a beira do espaço limite próximo ao Delta do princípio Áureo, por isso estas constantes são tão precisas e realmente trás as nossas idéias imagens de forças como as dos super heróis que emanam poderes, mas não se trata de algum poder e sim de possibilidades redundantes de um tudo em um nada, sem conflito algum, o equilíbrio gerado pela redundância funciona de modo invisível aos olhos humanos em alfa e trás ao Ômega mais e mais dimensões em um movimento constante onde até uma simples partícula de toda esta lógica ao sair de um ponto e ir para outro, nada mais fez do que deixar sua proximidade de Ômega e indo para o nada acaba voltando ao Ômega, o choque entre tantas idas e vindas trás tantas possibilidades de movimentos quanto as possibilidades de movimento de um simples grão de poeira, que apesar de pequeno também interage com outras partículas que o cerca, formando assim através de centenas de dezenas de milhares de milhões de bilhões de possibilidades de um único movimento, em centenas de dezenas de milhares de milhões de bilhões de unidades possíveis de dimensões causáveis em nosso Universo.

O Tempo e o Momento.
Parte 6

            A lógica da nossa faixa de Möbios apesar de simples e redundantes as figurações do Universo é como o próprio resumo do movimento de tudo, e estas mesmas figurações ligadas à matéria é como ter uma faixa de Möbios dentro das características intrínsecas na matéria. Parte disso está para o tempo como um todo e outra parte para o momento. A diferença então produz duas características distintas em nosso Universo: dimensões Alfa → para Ômega e de Ômega → para Alfa. Isso causa então dimensões que só são possíveis e reais dentro da matéria enquanto outras estão em um linear transitório de um espaço para outro.
            Na segunda parte deste Artigo falei do dialogo entre o tudo e o que está para existência assim como a existência está para extrema razão, em média razão temos um campo transitório de dimensões indo e vindo como á lógica apresentada na faixa de Möbios. Este campo é o espaço dos elétrons que possuem as duas características do espaço: dimensional real → para irreal e dimensional irreal → para real. Assim como o próprio Universo está em um dialogo constante com a matéria, eu digo dialogo como já apresentado na parte 2 deste artigo, a matéria também possui esta mesma característica, pois isso é o próprio Principio da Redundância, pois tudo que se constitui no Universo tem tudo que o Universo tem para ser e estar nele, na parte 4 deste artigo apresentei o movimento de Delta, este movimento é um espaço de comutação entre o tudo e o nada é a negação entre o que existe e o que é apenas possível de existir a partir do que já existe, por exemplo: como disse com relação ao nosso Floco primal, este não poderia negar a sua existência a existência de outro floco primal em seu próprio espaço, então o espaço desta possibilidade é dado ao campo onde há realidade e irrealidade são constituintes, este campo é na realidade onde ficam os elétrons que fazem esta comutação de dimensões entre as coisas possíveis e impossíveis.

No campo das Formas.

            Vamos falar então deste espaço no espaço da matéria: O campo dos elétrons.

            O átomo em junção com demais átomos formam o aspecto 3D das coisas, mas antes de ter 3 dimensões há na matéria um estado transitório de 2 dimensões e até de 1 ou menos como já apresentei aqui em várias partes do Princípio da Redundância, todas as lógicas apresentadas aqui se comutam no campo dos elétrons que como já disse por estar além do ponto Alfa no eixo y leva as comutações para além do que já existe no eixo x, está forma de dividir também liga as coisas ao Ômega, mas sem a totalização da forma considerada de ser Ômega que só pode ocorrer se em todo o tempo houver o espaço para o momento, para entender até aqui vamos novamente ao nosso hospede em seu trem de Möbios:

            Nosso hospede ainda sem quarto só pode vir a ser hospede para o infinito somente ao entrar na estação ∆ de nosso trem, fora desta estação ele pode ser e assumir a forma de qualquer outro hospede já hospedado, neste caso se a sua existência cair para ser −1 hospede sua existência está em qualquer outra estação para além do seu próprio momento, pois afinal nosso hospede mesmo estando em Ômega tem em sua composição a possibilidade de não querer se hospedar no Hotel e neste caso não faz parte do conjunto de ser hospede, estando fora do decaimento em ∆ no ponto da abscissa, ele pode até ser um gato ou ser o porteiro de nosso Hotel. Mas ao cair em Ômega indo para estação ∆ suas possibilidades se aproximam de 1 novamente e assim seu momento de vir a ser hospede ao abrir a porta de um dos quartos o eleva ao conjunto de seres hospedes com quartos não ocupados, assim a forma considerada de ser um hospede chato que vai fazer todos os demais hospedes mudarem de quartos não segue na sua seguinte forma pois ele teve seu momento de ser hospede.

            Análogo a tudo isso imagine que em nosso Universo há um imenso agrupamento de matéria que se encontra em redundância com seu próprio espaço deixando fora de seu espaço um Universo quase infinito enquanto todas as dimensões deste Universo se alojam em seu campo de possibilidades, assim as impossibilidades ficam para fora deste espaço, bem agora imagine que outros espaços também estão neste mesmo estado e então as impossibilidades se encontram no espaço formando mais espaço com possibilidades de ainda “vir a ser” as possibilidades. A inflação cósmica é como se fosse um Lixão cósmico das coisas que não se formaram no espaço real, e como eu disse, as impossibilidades crescem a cada momento no tempo gerando assim mais espaço do que matéria para o Universo.

            Bom! Eu pretendo continuar este artigo, mas agora no momento vou dar uma pausa neste assunto.
            Falta explicar a gravidade, a ordem Primal e as implicações de E=t2 e o que isso pode gerar...

Pessoal: Peço perdão aos meus leitores por não trazer através deste artigo uma linguagem mais cientifica e com fórmulas matemáticas bem mais claras e completas, mas infelizmente minha vida pessoal não permitiu que eu investisse minha vida em estudo. Sou uma pessoa comum que ainda não tem a liberdade de vir a ser. Gostaria de escrever sobre os passos na matéria que redundam nas camadas de valência, explicar apuradamente o que tudo isso tem a ver com nossa própria existência, como nos encontramos neste imenso Universo, detalhar como se dá a inflação espacial e principalmente responder a pergunta: O que somos e para onde vamos! No entanto minha existência se deu em uma espécie de animal que tenta a todo custo fugir de serem filhos deste Universo e eu como mais um filho no meio de tantos não consigo neste mundo ter dos meus semelhantes o mesmo carinho de um pai com seu filho. Espero que esta minha memória deixada aqui neste blog desperte alguns desta mesma espécie do qual participo para ver que da forma que estamos indo não vamos chegar a lugar nenhum. Ao invés de ficar−nos lutando para evoluir por fora e extinguir a verdade de dentro de nós mesmos, todos desta espécie deveriam fazer como eu, se entregar ao Universo e deixar que este imenso pai se torne tão pequeno em nossos corações que seriamos capazes de falar com ele, de um Ômega que está para Alfa, assim como nós em Alfa estamos para Ômega, se pudéssemos viver á cada dia em média ligados a esta extrema razão teríamos um mundo tão verdadeiro de pessoas tão verdadeiras quanto à ciência que usamos para fazer coisas que infelizmente repudiamos esta mesma ciência de dentro de nós.
Como diria Douglas Adams:
Desculpem−me pelo transtorno.

Encerrando hoje, sábado, 4 de outubro de 2014, 44 anos.

Tanto tempo só pra entender por que um balão de ar infla!




Se há um Deus, vocês acreditam que ele faria o Universo de forma tão difícil de ser entendida, que só privilegiaria pessoas super dotadas com formações acadêmicas e dotadas de uma super sabedoria superior a todo restante da humanidade, ou faria de uma forma que até um analfabeto cientifico fosse capaz de entender?

A Navalha de Occam serve, não para cortar 7 bilhões de vidas humanas para serem envergonhadas por um ser superior a todos, e sim pra fazer a barba e deixar todos de cara limpa, até para fazer a barba de quem não fez a própria barba!


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